quinta-feira, 14 de maio de 2009

Morreu de confusão

Hoje quando fazia um post aqui, em alguma coisa lembrei deste texto, e como a internet é um livro aberto, fui buscá-lo.

Foi encontrada no bolso de um suicída, em Maceió, a seguinte carta:

"Ilmo. Sr. Delegado de Polícia:

Não culpe ninguém pela minha morte. Deixei esta vida porque, um dia mais que eu vivesse, acabaria morrendo louco. Explico-lhe, Sr. Delegado: tive a desdita de casar-me com uma viúva, a qual tinha uma filha. Se eu soubesse disso, jamais teria me casado.

Meu pai, para maior desgraça, era viúvo, e quis a fatalidade que ele se enamorasse e casasse com a filha de minha mulher. Resultou daí que minha mulher tornou-se sogra de meu pai. Minha enteada ficou sendo minha mãe, e meu pai era, ao mesmo tempo, meu genro. Após algum tempo, minha filha trouxe ao mundo um menino, que veio a ser meu irmão, porém neto de minha mulher, de maneira que fiquei sendo avô de meu irmão. Com o decorrer do tempo, minha mulher também deu à luz um menino que, como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio de seu filho, passando minha mulher a ser nora de sua própria filha.

Eu, Sr. Delegado, fiquei sendo pai de minha mãe, tornando-me irmão de meu pai e de meus filhos, e minha mulher ficou sendo minha avó, já que é mãe de minha mãe. Assim, acabei sendo avô de mim mesmo.

Portanto, Sr. Delegado, antes que a coisa se complicasse mais, resolvi desertar deste mundo.

Perdão, Sr. Delegado."

Texto:

Para quem passar por aqui, uma pergunta, de quem é a autoria deste texto, pois quero deixar os créditos!

2 comentários:

Denise disse...

ahahaha! eu já tinha lido esse texto há um tempo atrás.. imagine a situação! hehehehe.. desesperador.. :P

ViviS disse...

rsrs, como diria meu antigo professor de química do cursinho (saudades de ti, IAPI): "o suicídio é um dever".

Bjs

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