quarta-feira, 9 de julho de 2008

Violência Não!


Hoje em dia tudo que a gente ouve no noticiário é lavagem de dinheiro, drogas, polícia criminosa, crianças assassinadas, e não dá mais, não dá mesmo!

Chega de violência!
Eu quero paz!
E você?



Tem o caso Isabela, o do menino que foi covardemente assassinado por aqueles policiais que perseguiam um carro preto, mas quantas pessoas tem carro preto?
Crianças felizes, com a vida pela frente, e hoje com certeza, anjos, mas fica assim?

Tem também os despreparos da aviação brasileira com os (des) casos da Gol e da Tam, e ficou naquilo?
Todo dia todo mundo viaja de avião, e aí? E fica por isto mesmo?
Chega disto!
Pois é, e os desarmados foram nós, os cidadãos comuns.
Quem tem a maldade já carrega consigo, as pessoas de bem não saem atirando por aí, por bel prazer como pessoas despreparadas, assassinas mesmo!
Desarmaram quem queria apenas proteção, e quem atira, quem mata continuam sendo os mesmos assassinos de antes, se bandidos, ou se autoridades, os despreparados de todo dia.

A violência não pode continuar a solta na rua, assim no mais, só quero justiça.

Ler faz bem, é cultura, mas ninguém lê, por outro lado o livro anda caro, e muitos não tem como pagar, então não adianta fazer campanha se quem gostaria de ter um livro, não pode comprar.

Violência Não!

É hora de alguma mudança, de bem, em nome daqueles que querem viver bem e seguros!
Será que o orçamento do próximo ano estará voltado mais para a segurança, saúde e educação?
Porque é aqui que respira a população, chega de respirar unicamente política.

Meu desabafo com as linhas que ninguém lerá.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Uma lembrança!

Hoje, 15/04, meu flog no Flog Brasil fez três anos.

O mais bonito foram as amizades que passaram por lá, e as que seguem comigo neste tempo todo.
O ruim da internet, é que mesmo virtual, a gente conhece pessoas que logo ali, e pelos seus motivos, irão sumir.
Se não se tem um e-mail para se comunicar, perde-se totalmente o contato, e mais uma pessoa, não importa se homem ou mulher, fica na saudade.

É isto gente, sem vontade de teclar.
Proibi aqui os comentários.

Meu flog, http://clickmauro.flogbrasil.terra.com.br (deletado em 2012)

Não deixo mais estes endereços em links, porque com o tempo desaparecem ou não, deixo de usá-los, mudo para outros serviços.
Ficam apenas em texto, como acima, pois assim ficam as marcas por onde eu estive.

sexta-feira, 14 de março de 2008

As novidades do dia-a-dia

Estou em fase de querer conhecer todos os programas falados de boca em boca, ou pelo que a gente lê aqui pela internet, ou revistas, mas nem todos é possível, ou pela falta do java apropriado, ou pelo computador que não atende as necessidades básicas.
De 2007 para 2008 descobri Second Life, Gizmoz, Flickr, My Space, You Tube, e recentemente Meus Parentes.
Lamento demais o fechamento do Yahoo Photos.
Como lamento!
No Yahoo só não havia troca de informações e mensagens, a gente não conhecia as pessoas, mas era um programa nosso, e não tinha limite de fotos, por isto lamentei muito pelo fechamento daquele álbum, sem tantas regras, e que a gente usufruía a vontade.
Decepcionei-me também com o Flickr, porque não sou fotógrafo, e a maioria olha as fotos pelo lado profissional, mas sigo usando sem parar, e evitando comentários desse tipo, e mesmo assim fiz muitos amigos que tenho a maior admiração.

E claro, o MSN, que é uma janela para encontros virtuais com pessoas que eu mais estimo.

Editando...
Hoje em dia os programas da moda que ocupam muito do meu tempo são três, talvez um pouco mais.
Blogspot, Facebook, Twitter e às vezes, e dependendo da época, Skype e Filmow.

Mais adiante, num outro blog meu, este aqui, fiz um post com os programas que ficaram pelo caminho, da época.

Abraços a todos!

quarta-feira, 12 de março de 2008

Sites, Exames e Indignação II

Faz um tempo que não passo por aqui, só mesmo dentro do Orkut, para descobrir alguns avanços do programa e aparecer no meu blog.
Descobri uns sites novos, interessantes, como o http://www.meusparentes.com.br
Me cadastrei!
Depois o Gizmoz, http://www.gizmoz.com/create/head
Muito interessante.
Como tenho dois micros, não lembro os outros sites que andei fuçando nestes dias, ficaram gravado no outro pc, mas tudo bem.
Eu vim da praia segunda, meus pais ontem.
A casa está se normalizando, roupas nos armários, faxinas, coisas do tipo.
Enfim, aos poucos.
Também estou fazendo exames, coração (deu tudo bem), mapeamento da pressão - este foi chato, pois tive que ficar 24 horas com o aparelho preso ao corpo - amanhã, ou seja, dentro de algumas horas, ultrassonografia do abdomen.
Tenho que tomar muita água, enfim, exames são necessários, mas o que pedem muito chato.
E já fiz exame de sangue, perfeito!
Quanto a gente chega a uma certa idade, os exames devem acontecer ao natural, cheguei a minha, 48 anos.

Ainda Cassino/RS

Continuo indignado com isto que estão querendo fazer na
Praia do Cassino, Rio Grande/RS, de tirarem os carros da parte mais movimentada da praia, em nome das areias.
Quem diria, em nome das dunas!
Quem pensa na felicidade das areias ao invés da felicidade das pessoas não pode bater bem, e numa praia com 200km de extensão, que criassem uma reserva protegendo o meio ambiente deixando as pessoas o seu prazer junto aos seus automóveis.
São 200 km de extensão, gente!
Às vezes chego a pensar que para determinados órgãos, a felicidade das pessoas não conta, pois pessoas não são importantes, não respiram, não sorriem, não compartilham.

As pessoas estando com seus veículos estão também protegidas, pois o mar é imprevisível, e numa necessidade de última hora... além disto os carros carregam as coisas da praia, protegem do mau tempo repentino, e fazem parte de nós, e aqui é o Cassino, não o Rio de Janeiro ou Florianópolis ou outra praia do nosso Brasil.
Aqui temos a nossa cultura, que respeitem ela.
Ponto!

No passado tiraram da ponta dos Molhes da Barra as dunas, lá sim, um erro sem tamanho, que nunca foi reposto, e pelo turismo do lugar, deveria ter sido, mas como muitas coisas aqui nesta praia, ficaram no tempo, mas isto fica para outro post.


Indignado

Cassino é a maior praia do mundo, aproximadamente 200 km de extensão.
A parte mais movimentada fica em seis quilômetros de praia, entre a estátua do Iemenjá e os Molhes da Barra.
Domingo a praia lota, mas não freqüento aos domingos, acho que veranista deve freqüentar de segunda a sábado e deixar para os visitantes o domingo.
Meu pensamento!
Esta praia diferencia-se das outras porque as pessoas param ao lado de seus carros, ouvem suas músicas, fazem seus churrascos, montam barracas, e por aí.
Quando o tempo não está legal, muito frio, às vezes chuvas, ficam no carro.
Os mais corajosos não dão bola para isto.
Pois é, para proteger a m... do meio-ambiente, leia-se dunas, areia, querem tirar os carros destes exatos 6 km.
O que dizem as pessoas não conta.
Por que não tiram as dunas destes 6 km, e levam para os outros 194 km fazendo a reserva que querem, e deixem ao povo, esta parte da praia, apenas 6 km.
Mas isto tudo é coisa de política, creio, porque gente que não é do Rio Grande do Sul, vem meter o bedelho na nossa praia para estragá-la, ou se for daqui, não pensa na felicidade das pessoas.
Que se danem as areias, eu quero, e todo mundo quer, ser feliz, e deixar como está.
Praia não falta, SÃO DUZENTOS KM DE EXTENSÃO, SÓ QUEREMOS NOSSOS 6 KM, talvez um pouco mais, porque tem gente que frequenta o lado direito, mas não muitos, então que dêem um jeito, ou as pessoas não são mais importantes que as areias?
E o povo quer seus carros, caminhões, motos, seja lá o que for, do lado como sempre tiveram ao longo desta vida toda.
Não gosto destes órgãos responsáveis por tudo isto, sejam quais forem eles, e ninguém poderá mudar o que penso em relação a eles.
Afinal são 200 km de extensão, e querem tirar nossos carros de apenas 6 km, onde tudo acontece, onde as pessoas escolheram estar, enfim, querem acabar com a alegria do ser humano.

Pessoas e meio ambiente podem viver juntos, e é o que está acontecendo.

Abraços aos amigos, e se passarem por aqui, comentem!


domingo, 22 de julho de 2007

Voos, Perdas, Brasil

Boa noite, eu na madrugada ainda, e voltando ao blog hoje.
Terça-feira, dia 17/07/2007, tivemos o maior acidente da aviação brasileira, com 187 pessoas a bordo, que se foram.
Era o vôo JJ 3054 da Tam, que saiu de Porto Alegre às 17:15 com destino à São Paulo.
Pessoas que levantaram naquele dia, para seguirem suas rotinas, a maioria a trabalho, outros em férias ou retorno delas, para nunca mais voltarem, e que movimentou a semana, com notícias, cobranças, protestos, culpas, enfim a falta de segurança do transporte aéreo no país.
O pior, tirando a morte destas pessoas que se foram, pais, filhos, famílias, amigos, bebês, foram os gestos irresponsáveis de pessoas que não estão nem aí com a vida alheia.
A televisão mostrou.
E a culpa para mim é sim do governo, se não diretamente, indiretamente, pelas escolhas dos profissionais que ocupam determinados cargos.
E numa hora de crise, onde pessoas esperam horas e horas em aeroportos, onde vôos atrasam, onde aviões caem levando famílias ao desespero, aquela medalha que vi alguém recebendo, veio numa hora inconviniente.
O homem que sumiu quando tinha que dizer alguma coisa a respeito do acidente, pelas notícias que a gente vê, e quando retorna recebe uma medalha.
Medalha para quê?
Este é o país da pizza.
Onde nada acontece, onde culpados são aqueles que não podem mais se defender.
Não podemos esquecer estes dez meses de perdas, e do caos que este país transformou-se.
O apagão aéreo, o mais forte deles, e responsável pelas muitas baixas nestes meses todos, e os escandalos lá pelos lados de Brasília, sem que ninguém, tome alguma atitude justa.
Até quando estes homens ficarão impunes?
Até quando a lei ficará em poder deles?
Os justos querem atitude e solução, segurança em todos os níveis, e o fim destas crises que assolam o país.
Que o vôo da TAM JJ 3054, não caia no esquecimento, que futebol nenhum desvie a atenção das pessoas, e que a justiça seja feita mesmo.
Não sobre inocentes que querem justiça, que querem um país livre e limpo, às claras, mas sobre os culpados que não se importam com a vida alheia.
Bem, estamos de olho!

Queremos paz!
Muita paz!
Que Deus proteja a família daqueles que perderam seus entes queridos, neste acidente, e o que nos resta agora, por eles, por todos, é rezar.
Paz!

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Lembranças da época do colégio

Eu estava hoje falando com o enfermeiro que vem fazer a higiene no meu pai, duas vezes por dia, e comentei sobre uma estória muita gozada que fazia parte de um livro de português naquela época, talvez sexta ou sétima série.

Como na internet se encontra tudo, fui atrás, e bastou escrever três palavras para encontrar este texto:
Velhinha, lambreta, contrabando

Velhinha Contrabandista

Todos os dias passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás.
O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou-a parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou-lhe:
- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todos os dias, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros que adquirira, e respondeu:
- É areia!
Aí quem riu foi o fiscal.
Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com droga, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia. O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Foi aí que o fiscal se chateou:
- Olha vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando para burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
- Mas no saco só tem areia! - Insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias…
- O senhor promete não fazer nada? - Quis saber a velhinha.
- Juro – respondeu o fiscal.
- Faço contrabando de lambretas!


Esta estória nunca mais esqueci.
Abraço pra quem passar por aqui.

Comentem!

Eu aqui, http://koisasecoisassite.wordpress.com/ Visite-me!