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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

De Harlan Coben

Terminei meu livro Cilada, e gostei muito, um livro que a cada capítulo me mantinha ligado, não conseguia parar e fui até quase o final, às 3h da manhã de hoje, terminando agora de manhã.

Sinopse

Haley McWaid tem 17 anos. É aluna exemplar, disciplinada, ama esportes e sonha entrar para uma boa faculdade. Por isso, quando certa noite ela não volta para casa e três meses transcorrem sem que se tenha nenhuma notícia dela, todos na cidade começam a imaginar o pior. O assistente social Dan Mercer recebe um estranho telefonema de uma adolescente e vai a seu encontro. Ao chegar ao local, ele é surpreendido pela equipe de um programa de televisão, que o exibe em rede nacional como pedófilo. Inocentado por falta de provas, Dan é morto logo em seguida. Na junção dessas duas histórias está Wendy Tynes, a repórter que armou a cilada para Dan e que se torna a única testemunha de seu assassinato. Wendy sempre confiou apenas nos fatos, mas seu instinto lhe diz que Mercer talvez não fosse culpado. Agora ela precisa descobrir se desmascarou um criminoso ou causou a morte de um inocente. Nas investigações da morte de Dan e do desaparecimento de Haley, verdades inimagináveis são reveladas e a fragilidade de vidas aparentemente normais é posta à prova. Todos têm algo a esconder e os segredos se interligam e se completam em um elaborado mosaico de mistérios. Harlan Coben mais uma vez deixa o leitor sem ar. Cilada fala de culpa, luto e perdão em uma trama repleta de reviravoltas surpreendentes. Nada é o que parece e tudo pode ser desfeito até a última página. 

Resenha, aqui.
 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Cilada

No Shopping Pelotas adquiri meu terceiro livro - os dois primeiros foram na Feita do Livro, A Culpa é das Estrelas (John Green) e As Luzes de Setembro (Carlos Ruiz Zafón) - e este, Cilada (Harlan Coben) na Livraria Vanguarda, livraria que está um show.
Ainda não comecei a ler.

Falando de fotografia

Quanto a proibição de fotografar aqui e ali, acho uma idiotice, sinceramente, com restrições ou não, mesmo que tenha sido liberado no shopping, ficou um quê que moderasse.
Moderar por quê?
Quer dizer, se for um profissional pode fotografar à vontade, mas se for pessoal, e eu fui, mesmo liberando, modere.
Nada contra o shopping, e não é apenas do shopping que eu falo.
Conheço muitas pessoas, familiares ou não, que impõe obstáculos quanto eu vou fotografar o ambiente com eles, à execeção dos aniversários, e olhe lá, e que quando estão com outras pessoas aparecem na boa, justo eu que quando fotografo em público, acontece, tenho meus pânicos, mas acontece, ao usar aquelas fotos coloco filtros para não aparecer os rostos alheios.
Com certeza eu fotografando-os vão perder o espírito deles, não é?
Chega a dar raiva.

Outro assunto, o meu mouse foi pro espaço, está uma loteria, e tenho que comprar um novo urgentemente, pra ontem.

Leiam o post anterior e deixem suas observações.

Eu aqui, http://koisasecoisassite.wordpress.com/ Visite-me!